Experiências profissionais no Rádio e na TV vão estar por aqui. Além de trajetórias em campanhas políticas e agora no mundo do Marketing. Mas não é só trabalho aqui vou falar de viagens, futebol e por aí vai.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
PARTIDOS "PIRATAS" SE ESPALHAM PELA EUROPA!
(Le Monde, 01/09) 1. Na Europa, os Partidos Piratas existem na Alemanha, na Grã Bretanha e na Suécia, onde obteve uma cadeira nas últimas eleições europeias. Na França, dois partidos reivindicam esse nome: o Partido Pirata da França, criado em 2006, e o Partido Pirata Francês, constituído mais recentemente, que estão em negociações para sua fusão. Pela primeira vez na França, um candidato levará em 20 de setembro as cores do Partido Pirata para uma eleição parlamentar.
O Partido Pirata milita pela defesa dos internautas e de suas liberdades. Os pontos-chave são a proteção da vida privada, a legalização da cobrança de trabalhos se realizados num quadro não comercial, e a reforma do sistema de licenças. Maxime Rouquet, 23 anos, lutará para conquistar a cadeira vaga com a partida de Christine Boutin na 10ª circunscrição de Yvelines.
(Le Monde, 01/09) 1. Na Europa, os Partidos Piratas existem na Alemanha, na Grã Bretanha e na Suécia, onde obteve uma cadeira nas últimas eleições europeias. Na França, dois partidos reivindicam esse nome: o Partido Pirata da França, criado em 2006, e o Partido Pirata Francês, constituído mais recentemente, que estão em negociações para sua fusão. Pela primeira vez na França, um candidato levará em 20 de setembro as cores do Partido Pirata para uma eleição parlamentar.
O Partido Pirata milita pela defesa dos internautas e de suas liberdades. Os pontos-chave são a proteção da vida privada, a legalização da cobrança de trabalhos se realizados num quadro não comercial, e a reforma do sistema de licenças. Maxime Rouquet, 23 anos, lutará para conquistar a cadeira vaga com a partida de Christine Boutin na 10ª circunscrição de Yvelines.
sábado, 29 de agosto de 2009

A Mídia concentrada
Ignacio Ramonet, editor de Le Monde Diplomatique
No terreno das mídias, a irrupção da Internet e a revolução dos números provocaram um trauma inédito.(1) Atraídos por ambições de poder e perspectivas de ganhos fáceis, os mastodontes industriais vindos da eletricidade, da informática, do armamento, da construção, do telefone e da água atiraram-se sobre o setor da informação. Rapidamente edificaram gigantescos impérios. E pisotearam na passagem alguns valores fundamentais: em primeiro lugar, o cuidado com uma informação de qualidade.
Através do mundo, os conglomerados tomam a mídia de assalto. Nos Estados Unidos, onde as regras contra a concentração do audiovisual foram abolidas em fevereiro de 2002, a América Online tornou a comprar a Netscape, a revista Time, a Warner Bros. e a cadeia de informação CNN; General Electric, a maior empresa mundial pela sua capitalização em bolsa, apossou-se da rede NBC; a Microsoft de Bill Gates reina sobre o mercado de softwares, quer conquistar o de jogos eletrônicos com o seu console X-Box e, através da sua agência Corbis, domina o mercado do fotojornalismo; a News Corporation de Rupert Murdoch, tomou o controle de alguns importantes jornais britânicos e americanos ( The Times, The Sun, The New York Post), possui uma rede de tv por satélite (BskyB), uma das cadeias dos Estados Unidos (Fox), além de uma das principais produtoras de filmes(20thCentury Fox)...
Na Europa, Bertelsmann, o maior editor mundial, adquiriu o RTL Group e controla, a partir de então, na França, a rádio RTL e a cadeia M6; Silvio Berlusconi possúi os três principais canais privados da Italia e chefia, como presidente do Conselho de Ministros, o conjunto de redes públicas; na Espanha, a Prisa controla o diário El País, a rede SER de rádios, o canal pago de tv Canal+ e um pólo de editoras...
Na França, a crise do mercado publicitário, a queda de vendas dos jornais e a chegada dos jornais gratuitos incitam ao reagrupamento dos títulos da imprensa, favorecendo a entrada de industriais no capital das empresas jornalísticas em dificuldades. Neste contexto, o desmantelamento da Vivendi Universal Publishing (VUP) provocou uma radical agitação. O grupo Dassault, presidido por Serge Dassault, homem de direita eleito prefeito com os votos da Frente nacional, que já controla Le Figaro e numerosos jornais regionais, pôde também adquirir o semanário L´Express, a revista L´Expansion e catorze outros títulos, transformando-se, através da empresa Socpresse, no principal grupo da imprensa.
Além disso, o grupo Lagardère, presidido por Jean-Luc Lagardère, homem igualmente de direita, próximo do presidente Jacques Chirac, principal editor da França (Hachette, Fayard, Grasset, Stock...), que já possúi jornais regionais (Nice-Matin, La Provence), domina a imprensa de revistas (Paris Match, Elle, Télé 7 Jours, Pariscope...) e controla a distribuição dos jornais via os quiosques Relay e as Nouvelles Messageries de l a Presse Parisienne (NMPP), comprou o pólo editorial VUO (Larousse, Robert Laffont, Bordas...) tornando-se um dos gigantes europeus da comunicação, não escondendo sua ambição de engolir seja o Canal +, seja a rede pública France 2...
Estes dois grupos - Dassault e Lagardère - têm em comum a inquietante particularidade de serem constituidos em torno de uma empresa central cuja atividade é militar ( aviões de caça, helicópteros, mísseis, foguetes, satélites...). O medo está então realizado: algumas das maiores mídias estão a partir de agora nas mãos dos mercadores de canhões...Na hora das tensões com o Iraque, pode-se supor que estas mídias não se oporão com verdadeira energia a uma intervenção militar contra Bagdá...
Os apetites carnívoros dos novos imperadores da comunicação impelem outras publicações a procurar um formato crítico a fim de escapar a uma tomada de controle. Por exemplo, o grupo Le Monde (2) reaproximou-se recentemente das "Publications de la Vie Catholique" (Télérama, La Vie), da qual adquiriu 30% do capital, como também do semanário "Le Nouvel Observateur" e considera colocar uma parte do seu capital na Bolsa.
Todas estas concentrações ameaçam o pluralismo da imprensa. E a democracia. Elas conduzem a privilegiar a rentabilidade. E a colocar nos postos de comando gestores cuja preocupação é a de corresponder às exigências dos fundos de investimento que detêm uma parte do capital. Estes "fundos baseiam seus cálculos em taxas de retorno sobre o investimento compreendidas entre 20% e 50% segundo o nível de risco dos ativos, a imprensa sendo considerada como um setor muito arriscado"; e eles não hesitam em exigir " enxugamento de pessoal (3)".
Um dos mais preciosos direitos do ser humano é o de comunicar livremente seus pensamentos e suas opiniões. Nas sociedades democráticas, a liberdade da palavra é não somente garantida, como também é acompanhada de um outro direito fundamental: o de ser bem informado. Agora este direito está posto em perigo pela concentração das mídias, pela fusão de jornais outrora independentes no seio de grupos tornados hegemônicos. Devem os cidadãos tolerar este desvio da liberdade de imprensa? Podem aceitar que a informação seja reduzida a não ser mais que uma simples mercadoria?
Ignacio Ramonet, editor de Le Monde Diplomatique
No terreno das mídias, a irrupção da Internet e a revolução dos números provocaram um trauma inédito.(1) Atraídos por ambições de poder e perspectivas de ganhos fáceis, os mastodontes industriais vindos da eletricidade, da informática, do armamento, da construção, do telefone e da água atiraram-se sobre o setor da informação. Rapidamente edificaram gigantescos impérios. E pisotearam na passagem alguns valores fundamentais: em primeiro lugar, o cuidado com uma informação de qualidade.
Através do mundo, os conglomerados tomam a mídia de assalto. Nos Estados Unidos, onde as regras contra a concentração do audiovisual foram abolidas em fevereiro de 2002, a América Online tornou a comprar a Netscape, a revista Time, a Warner Bros. e a cadeia de informação CNN; General Electric, a maior empresa mundial pela sua capitalização em bolsa, apossou-se da rede NBC; a Microsoft de Bill Gates reina sobre o mercado de softwares, quer conquistar o de jogos eletrônicos com o seu console X-Box e, através da sua agência Corbis, domina o mercado do fotojornalismo; a News Corporation de Rupert Murdoch, tomou o controle de alguns importantes jornais britânicos e americanos ( The Times, The Sun, The New York Post), possui uma rede de tv por satélite (BskyB), uma das cadeias dos Estados Unidos (Fox), além de uma das principais produtoras de filmes(20thCentury Fox)...
Na Europa, Bertelsmann, o maior editor mundial, adquiriu o RTL Group e controla, a partir de então, na França, a rádio RTL e a cadeia M6; Silvio Berlusconi possúi os três principais canais privados da Italia e chefia, como presidente do Conselho de Ministros, o conjunto de redes públicas; na Espanha, a Prisa controla o diário El País, a rede SER de rádios, o canal pago de tv Canal+ e um pólo de editoras...
Na França, a crise do mercado publicitário, a queda de vendas dos jornais e a chegada dos jornais gratuitos incitam ao reagrupamento dos títulos da imprensa, favorecendo a entrada de industriais no capital das empresas jornalísticas em dificuldades. Neste contexto, o desmantelamento da Vivendi Universal Publishing (VUP) provocou uma radical agitação. O grupo Dassault, presidido por Serge Dassault, homem de direita eleito prefeito com os votos da Frente nacional, que já controla Le Figaro e numerosos jornais regionais, pôde também adquirir o semanário L´Express, a revista L´Expansion e catorze outros títulos, transformando-se, através da empresa Socpresse, no principal grupo da imprensa.
Além disso, o grupo Lagardère, presidido por Jean-Luc Lagardère, homem igualmente de direita, próximo do presidente Jacques Chirac, principal editor da França (Hachette, Fayard, Grasset, Stock...), que já possúi jornais regionais (Nice-Matin, La Provence), domina a imprensa de revistas (Paris Match, Elle, Télé 7 Jours, Pariscope...) e controla a distribuição dos jornais via os quiosques Relay e as Nouvelles Messageries de l a Presse Parisienne (NMPP), comprou o pólo editorial VUO (Larousse, Robert Laffont, Bordas...) tornando-se um dos gigantes europeus da comunicação, não escondendo sua ambição de engolir seja o Canal +, seja a rede pública France 2...
Estes dois grupos - Dassault e Lagardère - têm em comum a inquietante particularidade de serem constituidos em torno de uma empresa central cuja atividade é militar ( aviões de caça, helicópteros, mísseis, foguetes, satélites...). O medo está então realizado: algumas das maiores mídias estão a partir de agora nas mãos dos mercadores de canhões...Na hora das tensões com o Iraque, pode-se supor que estas mídias não se oporão com verdadeira energia a uma intervenção militar contra Bagdá...
Os apetites carnívoros dos novos imperadores da comunicação impelem outras publicações a procurar um formato crítico a fim de escapar a uma tomada de controle. Por exemplo, o grupo Le Monde (2) reaproximou-se recentemente das "Publications de la Vie Catholique" (Télérama, La Vie), da qual adquiriu 30% do capital, como também do semanário "Le Nouvel Observateur" e considera colocar uma parte do seu capital na Bolsa.
Todas estas concentrações ameaçam o pluralismo da imprensa. E a democracia. Elas conduzem a privilegiar a rentabilidade. E a colocar nos postos de comando gestores cuja preocupação é a de corresponder às exigências dos fundos de investimento que detêm uma parte do capital. Estes "fundos baseiam seus cálculos em taxas de retorno sobre o investimento compreendidas entre 20% e 50% segundo o nível de risco dos ativos, a imprensa sendo considerada como um setor muito arriscado"; e eles não hesitam em exigir " enxugamento de pessoal (3)".
Um dos mais preciosos direitos do ser humano é o de comunicar livremente seus pensamentos e suas opiniões. Nas sociedades democráticas, a liberdade da palavra é não somente garantida, como também é acompanhada de um outro direito fundamental: o de ser bem informado. Agora este direito está posto em perigo pela concentração das mídias, pela fusão de jornais outrora independentes no seio de grupos tornados hegemônicos. Devem os cidadãos tolerar este desvio da liberdade de imprensa? Podem aceitar que a informação seja reduzida a não ser mais que uma simples mercadoria?
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Internet não é tudo

De Raha Harfoush, da equipe da campanha online de Obama.
1. "O importante é a estratégia, não a tecnologia. É fácil criar perfis, conseguir amigos no Facebook ou manter blogs. Mas o objetivo era que as pessoas saíssem às ruas e votassem. Se todo esse esforço na rede não se houvesse traduzido em votos não teria valido nada". "Nem os governos nem as empresas controlam a mensagem. Na internet, as pessoas têm agora o poder de colocar um vídeo no YouTube ou mandar uma mensagem pelo Twitter para denunciar uma repressão, como aconteceu no Irã, ou criticar um produto".
2. Durante a campanha, formaram-se 35 mil grupos de voluntários que conseguiram 13 milhões de endereços de e-mail de eleitores em potencial aos quais enviaram um bilhão de mensagens, convidando para 200 mil eventos. Os cérebros da campanha idealizaram um conceito: a hiper-segmentação. Nada de mensagens em massa, mas sim personalizar o máximo possível. Por isso, as mensagens se dividiam por local de residência, idade e nível de renda. "Tratava-se de evitar a todo custo o spam".
3. "As pessoas se guiam pelas opiniões do ambiente que as cerca, de um familiar, de um amigo, de um vizinho, bem mais do que pelas opiniões de um especialista ou de alguém que aparece na televisão. Na realidade, com a internet e as redes sociais, estamos voltando ao boca a boca."
1. "O importante é a estratégia, não a tecnologia. É fácil criar perfis, conseguir amigos no Facebook ou manter blogs. Mas o objetivo era que as pessoas saíssem às ruas e votassem. Se todo esse esforço na rede não se houvesse traduzido em votos não teria valido nada". "Nem os governos nem as empresas controlam a mensagem. Na internet, as pessoas têm agora o poder de colocar um vídeo no YouTube ou mandar uma mensagem pelo Twitter para denunciar uma repressão, como aconteceu no Irã, ou criticar um produto".
2. Durante a campanha, formaram-se 35 mil grupos de voluntários que conseguiram 13 milhões de endereços de e-mail de eleitores em potencial aos quais enviaram um bilhão de mensagens, convidando para 200 mil eventos. Os cérebros da campanha idealizaram um conceito: a hiper-segmentação. Nada de mensagens em massa, mas sim personalizar o máximo possível. Por isso, as mensagens se dividiam por local de residência, idade e nível de renda. "Tratava-se de evitar a todo custo o spam".
3. "As pessoas se guiam pelas opiniões do ambiente que as cerca, de um familiar, de um amigo, de um vizinho, bem mais do que pelas opiniões de um especialista ou de alguém que aparece na televisão. Na realidade, com a internet e as redes sociais, estamos voltando ao boca a boca."
terça-feira, 30 de junho de 2009
U2 - NA ESTRADA MAIS UMA VEZ !!!!!

U2 abre turnê mundial com homenagem a Michael Jackson
Bono dedicou canção 'Angel of Harlem' a Jackson e cantou 'Man in the mirror'.Concerto em Barcelona reuniu 90 mil e deu pontapé em nova série de shows.
Bono se apresenta em show em Barcelona, primeiro da nova turnê do U2 (Foto: AFP)
A banda irlandesa de rock U2 iniciou nesta terça-feira (30) sua turnê mundial "360º" com um show em Barcelona, para 90 mil pessoas, no qual homenageou o rei do pop Michael Jackson.
O líder da banda, Bono, dedicou a canção "Angel of Harlem" a Jackson, além de cantar trechos de "Man in the mirror".
Fiel a sua condição de ativista, Bono também homenageou a líder opositora birmanesa e prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, detida pelo regime militar de seu país.
O show do U2 ocorre no estádio Camp Nou, do Barcelona, e uma das grandes atrações é o cenário, que ocupa metade do gramado e está montado sobre uma imensa estrutura metálica, chamada de "The claw" (a garra) pelos fãs, que mede 50 metros e pesa 390 toneladas.
"The claw" é inspirada na obra Sagrada Família, do arquiteto catalão Antoni Gaudi.
O grupo apresentou faixas do novo álbum, "No line on the horizon", à venda desde fevereiro, e clássicos como "When the street have no name" e "In the name of love".
O U2 fará um segundo show no Camp Nou, no dia 2 de julho. Os ingressos das duas apresentações foram vendidos, em 25 de março, em apenas 54 minutos, com preços entre 30 e 150 euros.
A primeira parte da turnê "360º" terá 44 shows para promover "No line on the horizon", 12º álbum da carreira dos irlandeses. O grupo percorrerá Europa, Canadá e Estados Unidos, e calcula um público total de três milhões de espectadores.
A última turnê do U2, a "Vertigo", que passou pelo Brasil, reuniu em 2005 e 2006 um total de 4,5 milhões de fãs, em 127 apresentações, todas lotadas.
Bono dedicou canção 'Angel of Harlem' a Jackson e cantou 'Man in the mirror'.Concerto em Barcelona reuniu 90 mil e deu pontapé em nova série de shows.
Bono se apresenta em show em Barcelona, primeiro da nova turnê do U2 (Foto: AFP)
A banda irlandesa de rock U2 iniciou nesta terça-feira (30) sua turnê mundial "360º" com um show em Barcelona, para 90 mil pessoas, no qual homenageou o rei do pop Michael Jackson.
O líder da banda, Bono, dedicou a canção "Angel of Harlem" a Jackson, além de cantar trechos de "Man in the mirror".
Fiel a sua condição de ativista, Bono também homenageou a líder opositora birmanesa e prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, detida pelo regime militar de seu país.
O show do U2 ocorre no estádio Camp Nou, do Barcelona, e uma das grandes atrações é o cenário, que ocupa metade do gramado e está montado sobre uma imensa estrutura metálica, chamada de "The claw" (a garra) pelos fãs, que mede 50 metros e pesa 390 toneladas.
"The claw" é inspirada na obra Sagrada Família, do arquiteto catalão Antoni Gaudi.
O grupo apresentou faixas do novo álbum, "No line on the horizon", à venda desde fevereiro, e clássicos como "When the street have no name" e "In the name of love".
O U2 fará um segundo show no Camp Nou, no dia 2 de julho. Os ingressos das duas apresentações foram vendidos, em 25 de março, em apenas 54 minutos, com preços entre 30 e 150 euros.
A primeira parte da turnê "360º" terá 44 shows para promover "No line on the horizon", 12º álbum da carreira dos irlandeses. O grupo percorrerá Europa, Canadá e Estados Unidos, e calcula um público total de três milhões de espectadores.
A última turnê do U2, a "Vertigo", que passou pelo Brasil, reuniu em 2005 e 2006 um total de 4,5 milhões de fãs, em 127 apresentações, todas lotadas.
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